Sei lá! Sei lá! Eu sei lá bem Quem sou? um fogo-fátuo, uma miragem... Sou um reflexo...um canto de paisagem Ou apenas cenário! Um vaivém
Como a sorte: hoje aqui, depois além! Sei lá quem sou? Sei lá! Sou a roupagem De um doido que partiu numa romagem E nunca mais voltou! Eu sei lá quem!...
Sou um verme que um dia quis ser astro... Uma estátua truncada de alabastro... Uma chaga sangrenta do Senhor...
Sei lá quem sou?! Sei lá! Cumprindo os fados, Num mundo de maldades e pecados, Sou mais um mau, sou mais um pecador...
Eu sou o que eu penso Eu sou mais um ser mortal Eu sou humano o bastante para errar e ter duvidas sobre o que eu sou e sobre o que eu quero ser Mas também sou humano o bastante para tentar sempre reconhecer e corrigir os meus erros
Eu sou esforçado o bastante pra vencer qualquer desafio E quieto o bastante para que não me desafiem Eu sou mais um na multidão Eu sou o que eu sou Eu sou o que eu quero ser
Eu Sou feliz por eu ser eu mesmo Eu sou feliz por estar vivo E continuar vivendo Eu sou feliz por sonhar Pelo que eu quero alcançar Eu sou feliz por alcançar E continuar a sonhar
Eu sou o que sou Eu sou o que eu quero ser Eu sou o que eu penso...
Há 10 meses que sinto a falta da tua companhia. Também é uma questão de tempo. No amor ganha-se com o que se dá e recebe. Interessa a paixão e o fervor da paixão que fervilhar nas veias. O resto, meu bem, é exibição. Não seremos todos bons, e melhores, quando o queremos? A ansiedade de me possuíres provinha do desejo que sentias, motivada pelo prazer que te proporcionava, e sabes disso. O que te excitava era a minha entrega, o meu fogo, o meu desejo… tudo isso te envolvia e, nas minhas asas, voavas até ao limite das sensações. Acredita, tem sido fácil falar de um nó que esmoreceu e não existe. Assim escrevo o que quero sem medo de uma censura ou desacordo. Até aqui estou em vantagem! Pensando bem, discordarias do quê? Negarias os beijos que trocámos ansiosamente envolvidos entre os lençóis? Os abraços, quando nos apertávamos como quem deseja ser um? O sexo que fazíamos vestidos com a loucura de uma satisfação que ambos procurávamos prolongar até ao impossível? É verdade, é tudo mentira. Podes negar tudo isso diante do espelho, ele não mente! O que sentes? Não sei… Penso que frio. Calculo que o meu nome te cause insónias. Imagino os teus sonhos povoados dos meus braços, de mim. Sinceramente, não me esqueceste. Isso não me importa! Sabes porquê? Porque foi tão fácil terminares…! Um aborrecimento, um contratempo do qual nada tive que ver, foi suficiente para me dizeres que tinhas pena… muita pena… Ah, ah, ah, ah! Muita pena… Como as aves?! Não preciso das penas de ninguém! Nem das tuas! Guarda-as para ti! Quem sabe um dia não te venham a fazer falta?! Basta que eu tenha pena de mim. O meu amor… Bom, o amor podia ser mais complicado, mas não é. Repara, não passa de um sentimento. E que sentimento absurdo! Amor…!? Deixa, como sentimento que é, remeter-se-á para o campo da mente que o provoca e por lá ficará. O amor necessita sentir as vibrações que emana repercutidas no outro ser, caso contrário fica vazio, abstracto, nulo. Pensei que te amava… Estava enganado. Fez-me bem dizê-lo. Não sei porquê, mas ficava feliz. Era paranóia! Amor…?! Que disparate! Acreditaste? Agora estou disponível, embora não saiba bem para o quê. Mas não te preocupes… Como se te preocupasses comigo! O não saber para que serve a minha disponibilidade vai fazer-me pensar nela, e mais cedo ou mais tarde vou descobrir. Quando isso acontecer escreverei o nosso romance num muro da cidade para que todos os que passarem e lerem, riam dele como me rio agora. É mais uma história divertida, uma anedota, uma comédia. Comédia que se repete paixão após paixão, num acutilante desespero de nada haver a esperar de coisa nenhuma. A nossa é só mais uma. Então vamos rir dela! Porque não rir? Rir é importante! Vamo-nos rir muito! Às vezes penso que não passo de um palhaço que se quer divertir. Talvez seja isso mesmo… a diversão de um palhaço! Porque não? Também é gente! Tem sentimentos, vontades, caprichos, dores… como eu. Mas não são por ti, nem por ninguém! Nada me dói. Estou crescido demais para sentir dor. Nem uma lágrima barafusta no meu rosto. Isso já não existe! O que existe é uma espécie de frio polar que adormece nos meus nervos e me faz alegre. Isso mesmo… alegre. Alegre porque os loucos andam sempre contentes. Eu ando sempre contente. Tu fizeste-me contente! Talvez seja louco… mas isso sempre o fui! Por isso, nada acrescentaste á minha vida! Pronto, nada mais tenho a dizer. Quando a saudade vier direi que se enganou na morada. Nada tenho para lhe contar. Pelo menos nada que ela já não saiba. Vou andando… porque estou sempre em movimento. Por vezes, dentro do peito, uma réstia de esperança abana os nervos e diz-me que ainda hei-de encontrar alguém que me ame. Que ainda serei feliz. Não acredito muito nisso, mas é bom. Outras vezes quero acreditar que sim e então fico animado e, corajoso, dou mais um passo na direcção do abismo, seja ele qual for, onde posso voar com os pássaros e descobrir numa nuvem a réstia de felicidade que me está destinada.
o meu nome é B...B!Long de pera! xD LOOOOOL fomos a caça das moscas calhou.nos uma bem maior e que por sinal pareceu gostar muito de nos! kakaka ja tinha saudades! venham mais! ;D bjo meu primo!haha
Parabens Nuno,embora atrasados,mas não vim aqui mais cedo,contudo,espero que contes muitos mais,com muita saude,alegria,amor,felicidade,e alguma loucura saudável,looool....fica bem,beijokas no teu coraçãozinho...